sábado, 13 de dezembro de 2014

ABNT – LEMBRETES ÚTEIS...

a. As referências bibliográficas devem ser enumeradas em ordem alfabética.

b. O negrito, o itálico e o sublinhado são permitidos pela ABNT; inclusive, esta utiliza o negrito em seus exemplos.

No meio acadêmico, em geral, considera-se que o negrito “polui” o texto, isto é, é um “poluidor visual”; imaginem como ficaria uma bibliografia de umas 5 páginas, que já é bem pouco, com todos os títulos em negrito; chegaria a um ponto em que o texto apareceria como um “borrão”.

Assim é que o itálico também dá destaque, mas, ao contrário do negrito, é sóbrio e não “polui” o texto.

Recomendo que todos passem a usar o itálico; é a melhor opção, já que o sublinhado não se usa mais, pois caiu em desuso. Ainda assim, como ele é permitido pela ABNT, há pessoas que preferem usá-lo em suas bibliografias.

c. Em relação às publicações, vocês naturalmente já ouviram falar das siglas ISBN e ISSN.

Estou transcrevendo aqui as definições de ambas [sic]:

O International Standard Bibliographical Number (ISBN) é utilizado para publicações que não tenham periodicidade, ou seja, publicados uma única vez, mesmo que em várias edições revisadas. (...)

O International Standard Serial Number (ISSN) é utilizado para publicações que tenham periodicidade, ou seja, publicados mais de uma vez, dentro de um período especifico, tal como a cada ano (anual), a cada 6 meses (semestral), a cada mês (mensal), a cada 2 meses (bimestral), 2 vezes ao mês (bimensal), quinzenal, semanal, diário etc.

Os principais tipos de documentos publicados sob ISSN são jornais, periódicos científicos, revistas comerciais, relatórios periódicos institucionais, diretórios ou listas, anuários, monografias seriadas, anais de eventos (congressos, seminários, conferências, workshops etc.). (...)

Disponível em:
<http://www.seabd.bco.ufscar.br/index.php/menu-sri-news/100-menu-sri-referencia/227-art-issn-isbn-atribuir-publicacao.html>. Acesso em: fev. 2014.

Observem que, no meio acadêmico, não é um artigo em si que tem valor – por melhor que ele seja –, mas a publicação dele em uma revista que tenha ISSN; para identificá-lo, usa-se o ISSN do periódico que o contém; naturalmente por isso o periódico prevalecerá sobre o artigo, até porque não é somente este que figura nas páginas daquele; lembremo-nos de que um periódico contém diversos artigos, e não apenas um.

Por isso, o nome do periódico ficará em itálico, não o nome do artigo.


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Todas as postagens sobre a ABNT são extraídas, com adaptações, da ABNT NBR 6023 2002 – Referências.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

De volta à ABNT...

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

Todas as postagens sobre a ABNT são extraídas, com adaptações, da ABNT NBR 6023 2002 – Referências.

Se o autor for uma entidade (uma pessoa jurídica)...

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Anais do 2º Congresso Interno. São Paulo: 2001.

Observações:

1.entrada é feita pelo nome da entidade em maiúsculas;
2. não se trata de um livro publicado, por isso nãonome de editora.

Se a autoria for desconhecida...

DIAGNÓSTICO da educação pública no Brasil. Rio de Janeiro: Virtual, 1992. 636 p.

Observações:

1. a entrada é feita pelo título;
2. apenas a primeira palavra será posta em caixa alta;
3. 636 p. = 636 páginas;
4. não será usado o itálico no título.

Se o texto for retirado de revistaperiódico, boletim etc.

HAUG-SCHNABEL, Gabrielle. Proteção no futuro. Mente Cérebro, São Paulo, ano XIV, n. 165, p. 75-77, 2006.

GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997.

Observações:

1. virá em itálico, NÃO o título do texto, mas O NOME DO PERIÓDICO, DA REVISTA etc. de onde ele foi retirado;

2. nos exemplos acima, há uma ordem a ser seguida após o título do texto: local da publicação, volume (se houver), número da revista, do periódico etc., número das páginas inicial e final do texto, data;

3. v. = volume;
4. n. = número;
5. p. = página;
6. o segundo exemplo foi extraído do item 7.5.3.1 da ABNT/NBR 6023 (com adaptações).

E se os textos do item anterior estiverem em um meio eletrônico ou forem consultados online?

Vocês vão proceder exatamente como no item anterior, mas acrescentarão algumas informações adicionais. Vejam os exemplos:

HAUG-SCHNABEL, Gabrielle. Proteção no futuro. Mente&Cérebro, São Paulo, ano XIV, n. 165, p. 75-77, 2006. 1 CD-ROM.

GURGEL, C. Reforma do Estado e segurança pública. Política e Administração, Rio de Janeiro, v. 3, n. 2, p. 15-21, set. 1997. Disponível em:

Observações:

1. Acréscimo da descrição física do meio eletrônico ao primeiro exemplo: 1 CD-ROM.

2. Acréscimo do endereço eletrônico, entre os sinais < >, ao segundo exemplo: Disponível em: <http://www.virtual.com.br/contexts/brasilboletim.htm>. Acesso em: nov. 1998. Trata-se de uma consulta online; notem que a ordem dos elementos não pode ser alterada: Disponível em: (...).  Acesso em: (...).

3. A referência ao mês é feita do jeito que está: as três primeiras letras – minúsculas – seguidas de ponto. O mês de maio é o único que não segue essa regra; comparem: (...) Acesso em: out. 2011. / (...) Acesso em: maio 2011.


4. Essas datas se referem ao mês e ao ano em que nós próprios acessamos tais endereços; por exemplo, se um de vocês entrar HOJE, 10/12/2014, em determinado site e encontrar o material que procura, fará a referência assim: (...) Acesso em: dez. 2014.



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CUIDE DO SEU BICHINHO

Animais silvestres devem ser acompanhados por veterinários especializados. 

Recomendo a PROSILVESTRES:



Não é fofíssima?


sábado, 6 de dezembro de 2014

ERRAR É HUMANO. REPETIR O ERRO... TAMBÉM É.

PARTE II

Toda vez que o ser humano decide mudar, enche-se de prumo, sente-se com tamanha força e poderio, que nada poderá abalar seu castelo de tijolos... até a primeira onda que passa e leva tudo, leva o prumo, a força, o poderio, o rumo; deixa o desânimo. Mas não tem problema, o cidadão, determinado, decide, já no minuto seguinte, que a mudança começa naquele exato instante...

O que é isso, afinal? Somos bipolares? O que importa? O ser humano sofre porque é imediatista e não suporta a perda de sua onipotência quando vê suas decisões caindo por terra com tanta facilidade. Mas será que tudo é lentidão? Não, claro! Você levará muito tempo para conquistar a confiança de uma pessoa; para perdê-la, muitas vezes bastará um único gesto infeliz.

Mas o sujeito não desiste. A pessoa que quer se tornar um ser humano melhor vai continuar tentando um novo recomeço toda vez que tropeçar. Leva tempo? Leva. No entanto, chegará o dia em que as coisas começam a mudar; de repente, o sujeito repara que entre uma gafe e outra passaram-se três dias, percebe que ia falar demais, mas se calou a tempo; nota que aquela atitude impensada, embora fruto de algo que ainda existe dentro de si mesmo, já não se exterioriza com tanta rapidez.

E o tempo passa; um ano sem machucar, ao menos seriamente, outras pessoas, quando, sem mais de menos, apresenta-se a oportunidade e lá vem aquela pérola: “nossa, como você engordou” ou, então, “olha, conheço um excelente creme para rugas”... Pronto! Tudo de novo? É claro que não! E todo o progresso que você já atingiu? Alguém que esteja lendo estas palavras poderá pensar: “mas quero deixar de me sentir infeliz quando vejo que o outro tem mais do que eu, sem merecer”, “ainda não consigo me livrar do meu egoísmo”... Bem, o merecimento é uma daquelas coisas que passa pelo crivo do nosso julgamento torto, afinal quem sabe da sua vida é você e tenha a certeza de que quem sabe da vida do outro é o outro. Você está no lugar certo, na hora certa e com as pessoas certas para crescer.


Passará a vida começando e recomeçando e é justamente esse movimento de idas e vindas que o torna tão especial, porque, assim como a infância, os velhos erros vão ficando para trás. Há aqueles que passam pela vida por cima de tudo e todos; são como tratores desgovernados que, infelizmente, ainda não se deram conta de como é fantástica a vida daquele que erra e tenta acertar e continua tentando e nunca desiste porque um dia, entre um ir e vir e outro, vai acordar e perceber que aqueles erros, aquele jeito de ser, aquele pessimismo, nada disso mais faz parte de sua vida. Cometerá novos erros? Claro! Mas já terá maturidade e têmpera suficientes para não alimentá-los e, o mais importante, repará-los, mas isso já é outra história...



quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

ERRAR É HUMANO. REPETIR O ERRO... TAMBÉM É.

PARTE I

Não, não estou fazendo apologia ao erro, muito menos me referindo a jogar ácido nas pessoas, espancá-las, assassiná-las e outros atos inumanos de tal monta.

Refiro-me aos erros comezinhos (alguns nem tanto) do dia a dia. É como aquela frase que dizemos para nos enganar: “a partir de segunda-feira...”; ou seja, fazemos coisas assim, sabemo-las inúteis, mas... fazemo-las assim mesmo: o elevador está demorando? Vamos apertar o botão repetidas vezes, mesmo que saibamos que ele não virá mais rápido para nos satisfazer a impaciência; o trânsito está lento demais? Não tem problema, vamos buzinar como loucos apenas para atormentar o vizinho, mesmo que saibamos que ele não andará mais rápido por isso, pois não poderá passar por cima dos outros carros. Enfim, coisas do ser humano: ocupa-se com coisas vãs somente para ter a ilusão de que está fazendo algo, ainda que saiba da inutilidade de seus esforços.

Por outro lado, quando o sujeito diz algo como “a partir de agora, vou me policiar, não terei mais esta ou aquela atitude”, se a intenção for fruto de uma reflexão consciente, isto é, se o sujeito deseja tornar-se um ser humano melhor, ele vai mesmo se policiar... por 5 ou 10 minutos, até que a próxima oportunidade de falar demais ou falar o que não deve se apresente...


Não, não devemos desanimar. Esta mensagem tem continuação, não está terminada. Peço que continuem a acompanhá-la.



quinta-feira, 27 de novembro de 2014

HOJE É UM DIA ESPECIAL




Agradeço a Deus a bênção do tempo, que, embora não leve com ele a dor de uma perda, ensina-nos a administrá-la. Não adianta dizer que a dor passa porque não passa. No entanto, aprendemos a conviver com ela. O tempo nunca descansa; por isso, somos empurrados para frente, obrigados a reunir nossos cacos e seguir em frente; com o tempo (sempre ele!), nossa caminhada errante pouco a pouco vai-se tornando mais firme, afinal a vida também nunca descansa; assim como o tempo, ela segue.

Hoje é um dia especial porque é o aniversário da minha mãe, a pessoa mais doce e bondosa que já conheci. Se ela estivesse aqui comigo, estaríamos comemorando seus 73 anos.

Ela foi chamada à vida espiritual no ano de 2010, aos 68 anos. É costume em nossa família cantar a música da minha avó à meia-noite para abraçar o aniversariante (se este não estiver no mesmo recinto, telefonamos à meia-noite para cantar); a melodia é conhecida, a do “Parabéns pra você...” tradicional, mas não a letra; esta é de autoria da minha avó.

De 2010 para cá, todos os anos, à meia-noite, eu canto para minha mãe: “Que papai lá do céu não se esqueça de ti, que te dê boa sorte e te faça feliz!”

E para homenageá-la, estou postando aqui uma foto dela aos 65 anos e duas aos 21 – estas duas são as fotos de que ela mais gostava.


TE AMO, MÃE.